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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Lá onde a identidade individual se apaga, não há nem punição nem recompensa. - Junger, Ernst


E assim, fica o vazio...

Será que é assim com todo o mundo? Quem nunca pensou: "Nossa, o que estou fazendo com a minha vida?"
- Porque não fui estudar na Austrália em 2002?
- Não seria melhor ter seguido outra carreira? Sou realmente feliz na minha profissão?
- Se um filho não tivesse vindo naquele ano, onde eu estaria agora? Como?
- É esse o cara certo mesmo?
- Estou contente com a minha vida?

Vozes profundas... às vezes mais rasas...
Cadê a vontade de lutar por meus princípios? Cadê os princípios? CADÊ EU?

Sem punição ou recompensa, ficamos ali... Como num limbo onde não nos encontramos. Medo até de aquele raciocínio perdido não ser mesmo o nosso.
Grande sinal do nada que somos. Não nos contentamos com a vida que temos em nós e no nosso próprio ser. Com a vida que criamos.

E nesse apelo por alguma verdade, muitas vezes trocamos uma coisa por outra igual, uma vida mecânica, superficial. Relações externas, imediatas, provisórias.. vida que não nos satisfaz inteiramente.
Novamente.

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